128
Preparando sua empresa para o futuro com inovações e liderança
· Grupo Opet ·
#128
Na edição 128, Club+Família, o Masterboard contou com a presença de Adriana Karam, presidente do Grupo Opet, para uma conversa sobre o preparo de uma empresa para o futuro com liderança e inovação.
A trajetória da Opet, uma tradicional empresa familiar do setor educacional, é um verdadeiro laboratório de aprendizados para empreendedores que desejam lidar com sucessão e manter a inovação.
Agora, você descobrirá como a Opet superou crises, implementou governança, expandiu mercados e equilibrou propósito, lucro e liderança.
Neste conteúdo você vai aprender:
Governança corporativa: clareza e gestão de conflitos
Na jornada da Opet, a implementação de governança foi um divisor de águas.
Estruturar a gestão e alinhar papéis tornou possível reduzir ruídos, evitar conflitos e criar transparência.
Isso é fundamental para empresas familiares, pois as emoções muitas vezes se misturam aos negócios.
A consultoria especializada orientou discussões profundas, resultando em um pacto societário.
O foco foi buscar aquilo que é “confortável ou desconfortável”, e não apenas “justo ou injusto” na percepção de cada um.
Isso mudou completamente o jeito de lidar com divergências e trouxe mais agilidade para decisões importantes.
Outro aspecto relevante foi a formalização de canais de diálogo, e a definição clara de responsabilidades e limites de atuação de cada sócio ou familiar.
Esse processo facilita tanto o cotidiano do negócio, quanto eventuais transições de liderança, preservando o alinhamento dos valores centrais da companhia.
Crises simultâneas: como a Opet reagiu ao “trio perfeito” de desafios
Em 2020, a Opet enfrentou o que muitos chamariam de “trio perfeito” de crises: um incêndio que devastou a sede, a pandemia de Covid-19 e o falecimento do fundador, Professor Caram.
Para muitos negócios, seria o golpe final, mas a empresa mostrou como é possível atravessar tempestades.
A base foi a resiliência.
Esse preparo emocional permitiu que, mesmo diante da dor e da incerteza, a equipe se mantivesse focada em soluções.
Parcerias sólidas, já construídas ao longo dos anos, foram determinantes para manter operações.
A rápida adoção e domínio da tecnologia permitiram continuar entregando valor mesmo à distância.
A empresa não só sobreviveu à crise, como aproveitou o momento para fortalecer sua cultura, redesenhar processos e consolidar ainda mais a importância da inovação contínua.
Situações extremas revelam a força da governança e da liderança focada no propósito.
Expansão e inovação: saúde, tecnologia e preparação para o mercado
A Opet entendeu que diversificar negócios é também uma estratégia de proteção.
Por isso, expandiu para a área de saúde, aproveitando oportunidades em um mercado menos exposto a fortes oscilações em períodos turbulentos.
Essa diversificação permitiu maior estabilidade e abriu portas para novas formas de impacto social.
No campo educacional, redefiniu seu modelo pedagógico com três pilares: preparação para o mercado, tecnologia – com destaque para Inteligência Artificial – e competências socioemocionais.
A empresa compreendeu que, para gerar valor hoje, não basta focar apenas no conteúdo, mas também em habilidades práticas e humanas.
Sobre IA, Adriana foi direta: “Você não vai perder o emprego para a inteligência artificial. Vai perder para o humano que sabe usar a IA.”
Isso mostra a importância de capacitar equipes e alunos para aprender, se adaptar e usar as novas ferramentas para alavancar resultados.
Inovar virou obrigação, não mais diferencial.
Decisões difíceis: propósito, dados e sustentabilidade
Empreendedores familiares tendem a tomar decisões baseadas no coração.
Mas, para garantir longevidade, é crucial equilibrar essa paixão com escolhas racionais e sustentáveis, embasadas por informações confiáveis.
Dados e contexto passaram a ser pilares das decisões estratégicas da Opet, garantindo menos impulsividade e mais clareza no caminho a seguir.
Como Adriana destacou, “não dá para apaixonar as decisões que a gente toma. Precisamos tomar decisões baseadas em dados, contexto, realidade e análise.”
Essa postura ajudou a empresa a manter foco no futuro, priorizando estratégias sólidas em vez de direções emocionais ou movidas pelo legado.
Adotar decisões embasadas em dados não elimina o propósito – pelo contrário, ajuda a blindá-lo.
O segredo está em equilibrar o que move a família com o que mantém o negócio competitivo, garantindo que o legado permaneça relevante para o mercado por décadas.
Resiliência e o equilíbrio da liderança
Liderar em momentos turbulentos exige autoconhecimento e preparo constante. Para Adriana, resiliência é “musculatura” que pode – e deve – ser treinada.
Além disso, a liderança eficaz une empatia, abertura ao novo e coragem para decisões que nem sempre são populares, mas necessárias.
Assim, cria-se um ambiente saudável, onde os times sentem segurança para inovar e dar o melhor de si.
O equilíbrio entre vida pessoal e profissional deixa de ser utopia e passa a ser uma necessidade estratégica.
Líderes que cuidam de si celebram mais conquistas, constroem times engajados e sustentam o crescimento mesmo nos piores cenários.
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Agora, você descobrirá como a Opet superou crises, implementou governança, expandiu mercados e equilibrou propósito, lucro e liderança.
Neste conteúdo você vai aprender:
- Governança corporativa: clareza e gestão de conflitos
- Crises simultâneas: como a Opet reagiu ao “trio perfeito” de desafios
- Expansão e inovação: saúde, tecnologia e preparação para o mercado
- Decisões difíceis: propósito, dados e sustentabilidade
- Resiliência e o equilíbrio da liderança
Governança corporativa: clareza e gestão de conflitos
Na jornada da Opet, a implementação de governança foi um divisor de águas.
Estruturar a gestão e alinhar papéis tornou possível reduzir ruídos, evitar conflitos e criar transparência.
Isso é fundamental para empresas familiares, pois as emoções muitas vezes se misturam aos negócios.
A consultoria especializada orientou discussões profundas, resultando em um pacto societário.
O foco foi buscar aquilo que é “confortável ou desconfortável”, e não apenas “justo ou injusto” na percepção de cada um.
Isso mudou completamente o jeito de lidar com divergências e trouxe mais agilidade para decisões importantes.
Outro aspecto relevante foi a formalização de canais de diálogo, e a definição clara de responsabilidades e limites de atuação de cada sócio ou familiar.
Esse processo facilita tanto o cotidiano do negócio, quanto eventuais transições de liderança, preservando o alinhamento dos valores centrais da companhia.
Crises simultâneas: como a Opet reagiu ao “trio perfeito” de desafios
Em 2020, a Opet enfrentou o que muitos chamariam de “trio perfeito” de crises: um incêndio que devastou a sede, a pandemia de Covid-19 e o falecimento do fundador, Professor Caram.
Para muitos negócios, seria o golpe final, mas a empresa mostrou como é possível atravessar tempestades.
A base foi a resiliência.
Esse preparo emocional permitiu que, mesmo diante da dor e da incerteza, a equipe se mantivesse focada em soluções.
Parcerias sólidas, já construídas ao longo dos anos, foram determinantes para manter operações.
A rápida adoção e domínio da tecnologia permitiram continuar entregando valor mesmo à distância.
A empresa não só sobreviveu à crise, como aproveitou o momento para fortalecer sua cultura, redesenhar processos e consolidar ainda mais a importância da inovação contínua.
Situações extremas revelam a força da governança e da liderança focada no propósito.
Expansão e inovação: saúde, tecnologia e preparação para o mercado
A Opet entendeu que diversificar negócios é também uma estratégia de proteção.
Por isso, expandiu para a área de saúde, aproveitando oportunidades em um mercado menos exposto a fortes oscilações em períodos turbulentos.
Essa diversificação permitiu maior estabilidade e abriu portas para novas formas de impacto social.
No campo educacional, redefiniu seu modelo pedagógico com três pilares: preparação para o mercado, tecnologia – com destaque para Inteligência Artificial – e competências socioemocionais.
A empresa compreendeu que, para gerar valor hoje, não basta focar apenas no conteúdo, mas também em habilidades práticas e humanas.
Sobre IA, Adriana foi direta: “Você não vai perder o emprego para a inteligência artificial. Vai perder para o humano que sabe usar a IA.”
Isso mostra a importância de capacitar equipes e alunos para aprender, se adaptar e usar as novas ferramentas para alavancar resultados.
Inovar virou obrigação, não mais diferencial.
Decisões difíceis: propósito, dados e sustentabilidade
Empreendedores familiares tendem a tomar decisões baseadas no coração.
Mas, para garantir longevidade, é crucial equilibrar essa paixão com escolhas racionais e sustentáveis, embasadas por informações confiáveis.
Dados e contexto passaram a ser pilares das decisões estratégicas da Opet, garantindo menos impulsividade e mais clareza no caminho a seguir.
Como Adriana destacou, “não dá para apaixonar as decisões que a gente toma. Precisamos tomar decisões baseadas em dados, contexto, realidade e análise.”
Essa postura ajudou a empresa a manter foco no futuro, priorizando estratégias sólidas em vez de direções emocionais ou movidas pelo legado.
Adotar decisões embasadas em dados não elimina o propósito – pelo contrário, ajuda a blindá-lo.
O segredo está em equilibrar o que move a família com o que mantém o negócio competitivo, garantindo que o legado permaneça relevante para o mercado por décadas.
Resiliência e o equilíbrio da liderança
Liderar em momentos turbulentos exige autoconhecimento e preparo constante. Para Adriana, resiliência é “musculatura” que pode – e deve – ser treinada.
Além disso, a liderança eficaz une empatia, abertura ao novo e coragem para decisões que nem sempre são populares, mas necessárias.
Assim, cria-se um ambiente saudável, onde os times sentem segurança para inovar e dar o melhor de si.
O equilíbrio entre vida pessoal e profissional deixa de ser utopia e passa a ser uma necessidade estratégica.
Líderes que cuidam de si celebram mais conquistas, constroem times engajados e sustentam o crescimento mesmo nos piores cenários.
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