108
Como unir sentimentos, estratégia e execução para criar negócios mais consistentes?
· AUDA ·
#108
Na edição 108 do Masterboard Club, nosso membro Fawez Tarbine, founder e CEO da AUDA, foi o palestrante de uma colab com conteúdo aprofundado em negócios.
Na edição 108 do Masterboard Club, realizamos uma colab com nosso membro, Fawez Tarbine, founder e CEO da AUDA.
Fawez apresentou reflexões sobre como empresários podem integrar presença, sensibilidade e planejamento estratégico para liderar negócios com mais consistência e resultado.
A palestra explorou ferramentas como o Business Model Canvas e aprofundou temas como comportamento humano, intuição, proposta de valor e posicionamento de marca.
Um dos pontos altos do contéudo apresentado por Fawez, foi a sua definição de planejamento.
"Planejamento não é enfeite colorido para colocar na parede. É sobre decidir com base no que realmente faz o negócio funcionar."
E para isso, o primeiro passo é simples: estar presente.
Antes de qualquer conteúdo técnico, os empresários foram guiados por uma meditação.
O objetivo era reconectar com o corpo e com a respiração.
“Sem presença, não há execução estratégica consistente.”
Muitos erros acontecem não por falta de técnica, mas por decisões tomadas no piloto automático.
Segundo Fawez, "não adianta organizar uma empresa se você, como líder, está desorganizado."
Durante a imersão, Fawez explicou que todo empreendedor atua em quatro dimensões: física, mental, emocional e energética.
A maioria dos empresários foca apenas no racional.
Mas negócios sustentáveis exigem equilíbrio entre execução, clareza, motivação e vibração.
Negligenciar qualquer uma dessas partes abre espaço para desequilíbrios — inclusive no negócio.
“Cuidar só do racional é limitar o potencial da sua empresa.”
O corpo sinaliza. A energia atrai ou repele.
A emoção dá potência às decisões. A mente organiza.
Negócios de alta performance nascem do alinhamento desses campos.
Com mais de 600 projetos no currículo, Fawez ensinou o Canvas com profundidade real. Nada de “encher post-it” sem propósito.
A proposta dele foi clara: crie dois modelos. Um com o cenário atual. Outro com o futuro desejado.
Assim, você enxerga onde está e para onde quer ir. Sem fantasias. Sem achismo. Com visão de execução.
Para Fawez, o Canvas só tem valor se gerar clareza prática. “Planejar não é idealizar. É decidir com base no que você pode fazer agora.”
Proposta de valor não é o que você quer vender — é o que o cliente precisa ouvir
Um dos trechos mais impactantes da palestra: “Qualidade não é proposta de valor. É obrigação.”
A proposta de valor precisa responder: que benefício eu gero, para quem, e por qual motivo isso importa?
É entender qual dor você resolve ou qual desejo você ativa.
“Se o cliente não sente que aquilo resolve o que dói nele, ou que aproxima ele do que deseja, você está falando com você mesmo — e não com ele.”
Além disso, Fawez trouxe o conceito de “tarefas do cliente”: situações — inclusive emocionais — que ele tenta resolver.
Canvas bom é o que gera ação (e lucro)
“Canvas bom não é o mais colorido. É o mais executável.”
Cada bloco precisa ajudar o empreendedor a decidir com mais clareza: quais canais manter, quais custos cortar, quais fontes de receita ampliar.
Ele reforçou a importância de testar novos modelos, cortar o que drena energia, e reforçar o que gera recorrência, margem e posicionamento.
Segundo ele, o Canvas também serve para alinhar o time inteiro em torno de uma visão executável.
Todo mundo olhando a mesma página, com clareza de impacto e objetivo.
“Pare de fazer planejamento para se sentir ocupado. Comece a planejar para tomar decisões com impacto.”
Ao citar o time do Tinder, Fawez trouxe uma sacada importante: “Eles contratam psicólogos, terapeutas e antropólogos. Porque marketing é sobre comportamento humano.”
Empresários que dominam comportamento entendem mais de vendas do que aqueles que decoram táticas, porque sabem onde está a dor e o desejo do cliente.
Fawez explicou que toda decisão de compra nasce em três níveis:
“Todo mundo compra por dor ou por desejo. Se você não sabe qual está ativando, você não está vendendo — está torcendo.”
Curtiu esse conteúdo? Faça parte do Masterboard Club!
Fawez apresentou reflexões sobre como empresários podem integrar presença, sensibilidade e planejamento estratégico para liderar negócios com mais consistência e resultado.
A palestra explorou ferramentas como o Business Model Canvas e aprofundou temas como comportamento humano, intuição, proposta de valor e posicionamento de marca.
Neste conteúdo você vai entender:
- Planejar com estratégia é diferente de preencher planilha
- A importância de alinhar os quatro campos do empreendedor
- Como aplicar o Business Model Canvas com profundidade
- Comportamento humano é o novo marketing
Planejar com estratégia é diferente de preencher planilha
Um dos pontos altos do contéudo apresentado por Fawez, foi a sua definição de planejamento.
"Planejamento não é enfeite colorido para colocar na parede. É sobre decidir com base no que realmente faz o negócio funcionar."
E para isso, o primeiro passo é simples: estar presente.
Antes de qualquer conteúdo técnico, os empresários foram guiados por uma meditação.
O objetivo era reconectar com o corpo e com a respiração.
“Sem presença, não há execução estratégica consistente.”
Muitos erros acontecem não por falta de técnica, mas por decisões tomadas no piloto automático.
Segundo Fawez, "não adianta organizar uma empresa se você, como líder, está desorganizado."
A importância de alinhar os quatro campos do empreendedor
Durante a imersão, Fawez explicou que todo empreendedor atua em quatro dimensões: física, mental, emocional e energética.
A maioria dos empresários foca apenas no racional.
Mas negócios sustentáveis exigem equilíbrio entre execução, clareza, motivação e vibração.
Negligenciar qualquer uma dessas partes abre espaço para desequilíbrios — inclusive no negócio.
“Cuidar só do racional é limitar o potencial da sua empresa.”
O corpo sinaliza. A energia atrai ou repele.
A emoção dá potência às decisões. A mente organiza.
Negócios de alta performance nascem do alinhamento desses campos.
Como aplicar o Business Model Canvas com profundidade
Com mais de 600 projetos no currículo, Fawez ensinou o Canvas com profundidade real. Nada de “encher post-it” sem propósito.
A proposta dele foi clara: crie dois modelos. Um com o cenário atual. Outro com o futuro desejado.
Assim, você enxerga onde está e para onde quer ir. Sem fantasias. Sem achismo. Com visão de execução.
Para Fawez, o Canvas só tem valor se gerar clareza prática. “Planejar não é idealizar. É decidir com base no que você pode fazer agora.”
Proposta de valor não é o que você quer vender — é o que o cliente precisa ouvir
Um dos trechos mais impactantes da palestra: “Qualidade não é proposta de valor. É obrigação.”
A proposta de valor precisa responder: que benefício eu gero, para quem, e por qual motivo isso importa?
É entender qual dor você resolve ou qual desejo você ativa.
“Se o cliente não sente que aquilo resolve o que dói nele, ou que aproxima ele do que deseja, você está falando com você mesmo — e não com ele.”
Além disso, Fawez trouxe o conceito de “tarefas do cliente”: situações — inclusive emocionais — que ele tenta resolver.
Canvas bom é o que gera ação (e lucro)
“Canvas bom não é o mais colorido. É o mais executável.”
Cada bloco precisa ajudar o empreendedor a decidir com mais clareza: quais canais manter, quais custos cortar, quais fontes de receita ampliar.
Ele reforçou a importância de testar novos modelos, cortar o que drena energia, e reforçar o que gera recorrência, margem e posicionamento.
Segundo ele, o Canvas também serve para alinhar o time inteiro em torno de uma visão executável.
Todo mundo olhando a mesma página, com clareza de impacto e objetivo.
“Pare de fazer planejamento para se sentir ocupado. Comece a planejar para tomar decisões com impacto.”
Comportamento humano é o novo marketing
Ao citar o time do Tinder, Fawez trouxe uma sacada importante: “Eles contratam psicólogos, terapeutas e antropólogos. Porque marketing é sobre comportamento humano.”
Empresários que dominam comportamento entendem mais de vendas do que aqueles que decoram táticas, porque sabem onde está a dor e o desejo do cliente.
Fawez explicou que toda decisão de compra nasce em três níveis:
- Funcional (algo prático)
- Emocional (algo que toca)
- Social (algo que posiciona)
“Todo mundo compra por dor ou por desejo. Se você não sabe qual está ativando, você não está vendendo — está torcendo.”
Curtiu esse conteúdo? Faça parte do Masterboard Club!
Conteúdo exclusivo para membros.
Faça parte do Masterboard e tenha acesso a insights, encontros e conexões de alto nível.
Quero participar