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Como o Hospital Pequeno Príncipe Inova em Gestão Hospitalar e Captação de Recursos
· Hospital Pequeno Príncipe ·
#100
Na edição 100 do Masterboard Club, recebemos Luiz Carneiro, Diretor de Inovação e Tecnologia e Conselheiro no Hospital Pequeno Príncipe, para um papo sobre cultura, inovação e gestão eficiente no mercado hospitalar.
A gestão hospitalar é uma área crucial e complexa que impacta diretamente a qualidade do atendimento.
O Hospital Pequeno Príncipe, demonstra como a inovação e a captação de recursos são essenciais para a sustentabilidade e a excelência na saúde.
Vem com a gente explorar as principais as lições que Luiz Carneiro trouxe na edição 100 do Masterboard Club.
Gerir bem os recursos é a chave para qualquer hospital brilhar. No caso do Hospital Pequeno Príncipe, essa gestão é essencial para manter o padrão lá em cima, principalmente com os custos subindo.
Esse foco na gestão também é uma resposta às complexidades que surgem no setor de saúde.
"A saúde passou a ser a resposta para uma pergunta: Alguém vai custar em saúde, e isso nada mais é do que gestão de risco."
Esse olhar enfatiza a necessidade de um planejamento sólido e o uso eficaz dos recursos disponíveis.
O hospital conta com uma variedade de estratégias, como doações de amigos e empresas, incentivos fiscais e grandes eventos que fazem a diferença.
Recentemente, eles comemoraram uma doação de 1 milhão de reais que vai ajudar na operação.
E não é para menos: mais de 85% das obras e 50% dos itens de consumo são bancados por essas contribuições.
Mas calma, captar recursos nem sempre é fácil. O desafio de vender a ideia do hospital é real.
"É um processo basicamente de vender um sonho, o que às vezes, é mais fácil, dependendo de quem você está conversando, às vezes completamente mais difícil."
O hospital investe forte em tecnologia e novos processos.
Sistemas de telemedicina e consultorias em gestão estão ajudando a expandir e gerar novas receitas. Sem contar que eles realizam um volume enorme de transplantes e oferecem 47 especialidades pediátricas.
Essas inovações não apenas tornam os serviços mais eficientes, mas também ampliam o alcance dos cuidados que oferecem.
Mesmo com tantos êxitos, o Hospital Pequeno Príncipe enfrenta desafios financeiros que não são pequenos. O déficit contábil atingiu 71 milhões de reais durante a pandemia, um baita desafio.
A captação contínua de recursos, somada ao fortalecimento do ecossistema de saúde, é fundamental para manter o hospital funcionando.
"É um ciclo contínuo de busca, outras fontes de receita e, claro, apoio da comunidade e de doadores em captação de recursos."
Essa combinação de estratégias inteligentes e um ótimo suporte da comunidade é o que garante a sobrevivência da instituição.
No final das contas, o Hospital Pequeno Príncipe se revela como um grande modelo de gestão hospitalar, onde a inovação e parcerias dão as cartas no futuro da saúde.
Curtiu esse conteúdo? Faça parte do Masterboard Club e tenha experiências incríveis!
O Hospital Pequeno Príncipe, demonstra como a inovação e a captação de recursos são essenciais para a sustentabilidade e a excelência na saúde.
Vem com a gente explorar as principais as lições que Luiz Carneiro trouxe na edição 100 do Masterboard Club.
Neste artigo você vai ver:
- Por que a gestão eficiente é fundamental?
- Como o Hospital Pequeno Príncipe capta recursos?
- Quais inovações estão sendo implementadas?
- Quais são os principais desafios enfrentados?
Por que a gestão eficiente é fundamental?
Gerir bem os recursos é a chave para qualquer hospital brilhar. No caso do Hospital Pequeno Príncipe, essa gestão é essencial para manter o padrão lá em cima, principalmente com os custos subindo.
Esse foco na gestão também é uma resposta às complexidades que surgem no setor de saúde.
"A saúde passou a ser a resposta para uma pergunta: Alguém vai custar em saúde, e isso nada mais é do que gestão de risco."
Esse olhar enfatiza a necessidade de um planejamento sólido e o uso eficaz dos recursos disponíveis.
Como o Hospital Pequeno Príncipe capta recursos?
O hospital conta com uma variedade de estratégias, como doações de amigos e empresas, incentivos fiscais e grandes eventos que fazem a diferença.
Recentemente, eles comemoraram uma doação de 1 milhão de reais que vai ajudar na operação.
E não é para menos: mais de 85% das obras e 50% dos itens de consumo são bancados por essas contribuições.
Mas calma, captar recursos nem sempre é fácil. O desafio de vender a ideia do hospital é real.
"É um processo basicamente de vender um sonho, o que às vezes, é mais fácil, dependendo de quem você está conversando, às vezes completamente mais difícil."
Quais inovações estão sendo implementadas?
O hospital investe forte em tecnologia e novos processos.
Sistemas de telemedicina e consultorias em gestão estão ajudando a expandir e gerar novas receitas. Sem contar que eles realizam um volume enorme de transplantes e oferecem 47 especialidades pediátricas.
Essas inovações não apenas tornam os serviços mais eficientes, mas também ampliam o alcance dos cuidados que oferecem.
Quais são os principais desafios enfrentados?
Mesmo com tantos êxitos, o Hospital Pequeno Príncipe enfrenta desafios financeiros que não são pequenos. O déficit contábil atingiu 71 milhões de reais durante a pandemia, um baita desafio.
A captação contínua de recursos, somada ao fortalecimento do ecossistema de saúde, é fundamental para manter o hospital funcionando.
"É um ciclo contínuo de busca, outras fontes de receita e, claro, apoio da comunidade e de doadores em captação de recursos."
Essa combinação de estratégias inteligentes e um ótimo suporte da comunidade é o que garante a sobrevivência da instituição.
No final das contas, o Hospital Pequeno Príncipe se revela como um grande modelo de gestão hospitalar, onde a inovação e parcerias dão as cartas no futuro da saúde.
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