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Como liderar, inovar e crescer em um dos mercados mais desafiadores do Brasil
· Volkswagen ·
#103
Recebemos um conteúdo de alto nível por Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil.
O mercado automotivo brasileiro vive uma transformação profunda. Consumidores exigentes, concorrência global, inovação tecnológica e novas formas de liderar.
Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil, mostra como é possível equilibrar tudo isso com estratégia, cultura e resultados.
Veja mais detalhes sobre esse baita conteúdo que ele trouxe na edição 103, do Masterboard Club, realizado no Hard Rock Café, no dia 23 de maio.
Ao assumir o cargo de CEO na Volkswagen, Ciro precisou reorganizar a estrutura, cortar custos e retomar a liderança de mercado. Tudo isso com pessoas reais envolvidas — 2.500 delas impactadas logo no início.
Mas o diferencial foi a forma de liderar. Ele esteve presente, comunicou com clareza, tomou decisões com respeito. Fez da liderança uma ponte entre estratégia e gente.
“Eu cuido das pessoas hoje, elas cuidam da empresa e vão cuidar dos clientes.”
Essa mentalidade gera confiança e engajamento. Quando o colaborador se sente visto, ele entrega mais — porque acredita no que está construindo.
“Empresas com líder referência têm mais engajamento.”
O líder que inspira, guia e acompanha transforma a cultura da empresa. E cultura é o que sustenta o crescimento quando o mercado oscila.
Não existe execução consistente sem cultura bem definida. Planejamento estratégico só funciona se for compreendido e vivido por todos. Isso só acontece quando a cultura é clara, coerente e prática.
Na Volkswagen, cultura é prioridade. Ela aparece nos valores, mas também nas ações cotidianas — da fábrica ao escritório.
Ela orienta como se contrata, como se demite, como se reconhece e como se inova.
Diversidade e inclusão são parte real do plano. 26% da liderança da VW é feminina. A empresa é signatária de cinco pactos de diversidade e atua com metas claras.
Uma cultura forte não é um diferencial estético. É uma engrenagem invisível que faz a máquina andar com mais precisão e menos ruído.
Para Ciro, inovar no Brasil exige mais do que tecnologia. É preciso entender o contexto — o cliente, a cultura e os obstáculos locais.
“O carro tem que ser do Brasil, tem que ter peça do Brasil, tem que cuidar desse cliente.”
A engenharia da Volkswagen trabalha com foco local. Suspensões, freios, resistência — tudo é pensado para suportar nossas ruas, climas e perfis de uso.
Esse cuidado se reflete também na produção nacional. A marca aposta em fornecedores brasileiros, gera empregos e fortalece a cadeia produtiva.
Mais do que produto, a marca busca entregar uma experiência que faça sentido para o brasileiro. Por isso, investe também em presença cultural. A Volkswagen quer estar onde o cliente está.
Hoje, um carro é um sistema tecnológico sobre rodas. Veículos modernos têm mais código que muitos softwares completos. O desafio é integrar tudo isso sem perder a simplicidade para o usuário.
Mas tecnologia sem adaptação vira luxo. No Brasil, com tantas variáveis regionais, o carro precisa funcionar na prática, não só no papel.
Além disso, o futuro passa por novos modelos de receita. O carro não é só o que se vende — é o que se conecta.
A relação com o cliente também muda. Ele quer mais autonomia, mais integração com o digital e mais identidade com a marca.
Quem entender isso antes, lidera a próxima década.
Produzir veículos no Brasil é um desafio estrutural. A carga tributária chega a 44% do valor de um carro — quase metade do preço final está em impostos.
“O carro tem um preço muito alto para o consumidor, e tem uma margem muito pequena para a montadora.”
Além dos tributos, há os desafios da infraestrutura. Logística complexa, altos custos operacionais e burocracias locais impactam a produção e distribuição.
Para quem lidera uma operação nesse ambiente, eficiência operacional não é diferencial — é obrigação.
O Brasil é um mercado aberto e atrativo — e o mundo está de olho. Em 2023, o país importou mais de 450 mil veículos, muitos da China, com preços competitivos.
As marcas asiáticas estão ganhando espaço porque entendem que o consumidor quer mais por menos.
Isso obriga as montadoras locais a repensarem produto, preço e posicionamento. Não basta competir em preço. É preciso competir em percepção.
A Volkswagen, ao entender isso, passou a investir em uma abordagem mais conectada ao cliente final.
Curtiu esse conteúdo? Faça parte do Masterboard Club e tenha experiências incríveis!
Ciro Possobom, CEO da Volkswagen no Brasil, mostra como é possível equilibrar tudo isso com estratégia, cultura e resultados.
Veja mais detalhes sobre esse baita conteúdo que ele trouxe na edição 103, do Masterboard Club, realizado no Hard Rock Café, no dia 23 de maio.
Neste artigo você vai entender:
- O que faz uma liderança de verdade entregar resultado;
- Por que cultura forte importa tanto quanto planejamento;
- Como a Volkswagen está inovando com base na realidade do país;
- Como tecnologia e adaptação moldam o carro do futuro;
- Quais são os desafios de produzir carros no Brasil;
- Por que a concorrência internacional está pressionando as montadoras.
O que faz uma liderança de verdade entregar resultado
Ao assumir o cargo de CEO na Volkswagen, Ciro precisou reorganizar a estrutura, cortar custos e retomar a liderança de mercado. Tudo isso com pessoas reais envolvidas — 2.500 delas impactadas logo no início.
Mas o diferencial foi a forma de liderar. Ele esteve presente, comunicou com clareza, tomou decisões com respeito. Fez da liderança uma ponte entre estratégia e gente.
“Eu cuido das pessoas hoje, elas cuidam da empresa e vão cuidar dos clientes.”
Essa mentalidade gera confiança e engajamento. Quando o colaborador se sente visto, ele entrega mais — porque acredita no que está construindo.
“Empresas com líder referência têm mais engajamento.”
O líder que inspira, guia e acompanha transforma a cultura da empresa. E cultura é o que sustenta o crescimento quando o mercado oscila.
Por que cultura forte importa tanto quanto planejamento
Não existe execução consistente sem cultura bem definida. Planejamento estratégico só funciona se for compreendido e vivido por todos. Isso só acontece quando a cultura é clara, coerente e prática.
Na Volkswagen, cultura é prioridade. Ela aparece nos valores, mas também nas ações cotidianas — da fábrica ao escritório.
Ela orienta como se contrata, como se demite, como se reconhece e como se inova.
Diversidade e inclusão são parte real do plano. 26% da liderança da VW é feminina. A empresa é signatária de cinco pactos de diversidade e atua com metas claras.
Uma cultura forte não é um diferencial estético. É uma engrenagem invisível que faz a máquina andar com mais precisão e menos ruído.
Como a Volkswagen está inovando com base na realidade do país
Para Ciro, inovar no Brasil exige mais do que tecnologia. É preciso entender o contexto — o cliente, a cultura e os obstáculos locais.
“O carro tem que ser do Brasil, tem que ter peça do Brasil, tem que cuidar desse cliente.”
A engenharia da Volkswagen trabalha com foco local. Suspensões, freios, resistência — tudo é pensado para suportar nossas ruas, climas e perfis de uso.
Esse cuidado se reflete também na produção nacional. A marca aposta em fornecedores brasileiros, gera empregos e fortalece a cadeia produtiva.
Mais do que produto, a marca busca entregar uma experiência que faça sentido para o brasileiro. Por isso, investe também em presença cultural. A Volkswagen quer estar onde o cliente está.
Como tecnologia e adaptação moldam o carro do futuro
Hoje, um carro é um sistema tecnológico sobre rodas. Veículos modernos têm mais código que muitos softwares completos. O desafio é integrar tudo isso sem perder a simplicidade para o usuário.
Mas tecnologia sem adaptação vira luxo. No Brasil, com tantas variáveis regionais, o carro precisa funcionar na prática, não só no papel.
Além disso, o futuro passa por novos modelos de receita. O carro não é só o que se vende — é o que se conecta.
A relação com o cliente também muda. Ele quer mais autonomia, mais integração com o digital e mais identidade com a marca.
Quem entender isso antes, lidera a próxima década.
Quais são os desafios de produzir carros no Brasil
Produzir veículos no Brasil é um desafio estrutural. A carga tributária chega a 44% do valor de um carro — quase metade do preço final está em impostos.
“O carro tem um preço muito alto para o consumidor, e tem uma margem muito pequena para a montadora.”
Além dos tributos, há os desafios da infraestrutura. Logística complexa, altos custos operacionais e burocracias locais impactam a produção e distribuição.
Para quem lidera uma operação nesse ambiente, eficiência operacional não é diferencial — é obrigação.
Por que a concorrência internacional está pressionando as montadoras
O Brasil é um mercado aberto e atrativo — e o mundo está de olho. Em 2023, o país importou mais de 450 mil veículos, muitos da China, com preços competitivos.
As marcas asiáticas estão ganhando espaço porque entendem que o consumidor quer mais por menos.
Isso obriga as montadoras locais a repensarem produto, preço e posicionamento. Não basta competir em preço. É preciso competir em percepção.
A Volkswagen, ao entender isso, passou a investir em uma abordagem mais conectada ao cliente final.
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